O Brasil cada vez mais amplia sua capacidade em fornecer
produtos e serviços para o mundo.
• RESULTADOS GERAIS
Na
2ª semana de agosto, a balança comercial
apresentou exportações de US$ 3,158
bilhões e importações de US$
1,705 bilhão, resultando em superávit
de US$ 1,453 bilhão. Até a 2ª
semana de agosto, as exportações acumulam
US$ 5,543 bilhões e as importações,
US$ 3,437 bilhões, com superávit de
US$ 2,106 bilhões. No ano, as exportações
totalizam US$ 80,065 bilhões e as importações,
US$ 52,790 bilhões, com saldo positivo de
US$ 27,275 bilhões.
•
ANÁLISE DA SEMANA
A
média das exportações da 2ª
semana chegou a US$ 631,6 milhões, 5,9% superior
à média de US$ 596,3 milhões
da 1ª semana. Na semana cresceram as vendas
de produtos básicos (+29,3%, de US$ 163,6
milhões para US$ 211,5 milhões, principalmente,
petróleo em bruto, minério de ferro,
farelo de soja, carnes bovina, café em grão
e milho em grão) e semimanufaturados (+11,0%,
de US$ 82,4 milhões para US$ 91,5 milhões,
por conta de alumínio em bruto, semimanufaturados
de ferro/aço, ferro fundido, ligas de alumínio,
madeira serrada e óleo de soja em bruto),
enquanto os manufaturados decresceram 7,8%, de US$
338,3 milhões para US$ 311,9 milhões,
por conta de aviões, automóveis de
passageiros, gasolina, açúcar refinado,
calçados, motores para veículos, autopeças
e veículos de carga. Do lado das importações,
houve retração de 21,2%, sobre igual
período comparativo (média da 2ªsemana/média
da 1ªsemana), motivado, principalmente, pelas
quedas nas compras de combustíveis e lubrificantes,
equipamentos elétricos/eletrônicos,
instrumentos de ótica e precisão,
siderúrgicos e aeronaves e peças.
•
ANÁLISE DO MÊS
Nas
exportações, comparadas as médias
até a 2ª semana de agosto/2006 (US$
615,9 milhões) com a de agosto/2005 (US$
493,3 milhões), houve crescimento de 24,8%,
motivado pelo aumento das três categorias
de produtos: semimanufaturados (+62,9%, de US$ 53,7
milhões para US$ 87,5 milhões, com
acréscimos, principalmente, nas exportações
de catodos de cobre, alumínio em bruto, ligas
de alumínio, açúcar em bruto,
semimanufaturados de ferro/aço, celulose,
couros e peles e madeira serrada), manufaturados
(+24,9%, de US$ 259,2 milhões para US$ 323,7
milhões, por conta de álcool etílico,
tubos de ferro fundido, óleos combustíveis,
gasolina, chassis com motor, aparelhos transmissores/receptores,
motores para veículos, autopeças e
automóveis de passageiros) e básicos
(+14,0%, de US$ 166,9 milhões para US$ 190,2
milhões, por conta de milho em grão,
mármores e granitos, farelo de soja, minério
de ferro, soja em grão e fumo em folhas).
Relativamente a julho/2006, as exportações
apresentaram retração de 5,1% (de
US$ 648,7 milhões para US$ 615,9 milhões),
devido à redução nas vendas
de básicos (-14,2%, de US$ 221,7 milhões
para US$ 190,2 milhões) e semimanufaturados
(-2,7%, de US$ 89,9 milhões para US$ 87,5
milhões). Por outro lado, os manufaturados
mantiveram-se estáveis, +0,2%, passando de
US$ 323,0 milhões para US$ 323,7 milhões.
Nas
importações, a média diária
até a 2ª semana de agosto/2006, de US$
381,9 milhões, ficou 14,1% acima da média
de agosto/2005 (US$ 334,6 milhões) e 0,4%
superior a julho/2006 (US$ 380,2 milhões).
No comparativo com agosto/2005, aumentaram os gastos,
principalmente, de adubos e fertilizantes (+132,8%),
veículos automóveis e partes (+46,8%),
farmacêuticos (+30,1%), equipamentos mecânicos
(+19,1%), siderúrgicos (+18,5%) e plásticos
e obras (+14,1%). Em relação a julho/2006,
houve aumento nos seguintes produtos: adubos e fertilizantes
(+196,3%), equipamentos mecânicos (+6,3%),
veículos automóveis e partes (+4,8%),
químicos orgânicos/inorgânicos
(+4,4%), e plásticos e obras (+0,6%).
SECEX/DEPLA
14.08.2006